
O porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, Dércio Samuel, veio a público esclarecer as acusações de corrupção envolvendo o comandante da 2ª esquadra, negando qualquer envolvimento em cobrança de valores para libertação de detidos.
Segundo Dércio Samuel, o caso remonta ao dia 10 de Fevereiro, quando dois indivíduos foram neutralizados e indiciados pelos crimes de consumo e venda de droga. No momento da detenção, a polícia apreendeu duas tigelas contendo metanfetamina e cerca de 520 gramas de suruma.
De acordo com o porta-voz, após tomar conhecimento da detenção dos seus supostos comparsas, um terceiro indivíduo terá preparado o valor de 50 mil meticais com a intenção de subornar o comandante da 2ª esquadra para facilitar a libertação dos detidos.
Entretanto, segundo a PRM, o comandante recusou qualquer tentativa de suborno, alegando não compactuar com actos de corrupção. Na sequência, o referido indivíduo foi igualmente detido, juntamente com uma viatura da marca Toyota Hilux na qual transportava droga, nomeadamente metanfetamina e suruma.
Com esta detenção, totalizam três indivíduos sob custódia policial: dois acusados de consumo e venda de droga, e o terceiro indiciado por corrupção, consumo e venda de droga.
Os suspeitos encontram-se detidos e aguardam os trâmites legais subsequentes para a sua responsabilização criminal.
Por: Dilma Coelho



























