
No âmbito da comemoração do dia 1 de maio, que teve lugar na praça dos heróis em Nampula, a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos Central Sindical (OTM-CS), denunciou vários desafios que está camada tem enfrentado no exercício das suas atividades, dentre eles continua a prevalência de contratos ilegais, a subida excessiva de preços de produtos de primeira necessidade e a falta de assistência médica e medicamentosa.
Na ocasião, o representante da OTM, Rodrigues Júlio, falou do período pôs eleitoral que impulsionou o aumento do desemprego cerca de seiscentas (600) empresas foram vandalizadas e cerca de nove mil e setecentos (9700) trabalhadores ficaram desempregados.
O representante da OTM-Central Sindical, Rodrigues Júlio, afirmou que o aumento de preços Influencia na gestão por parte dos trabalhadores, por esses terem um rendimento baixo e que não cobre a subida constante de preços que se verifica particularmente em Nampula.
“E notório o aumento constante e sucessivo de preços de produtos de primeira necessidade, oque agrava o custo de vida dos moçambicanos em particular os trabalhadores,que os seus rendimentos são baixos para fazer face a esta subida”.
Rodrigues Júlio, aponta o período pôs eleitoral como o sendo, fator que impulsionou a subida de preços.
“Os reajustes salariais são feitos uma vez por ano, mas os preços de produtos de primeira necessidade são elevados sucessivamente, e está acão veio a piorar mais pelo contexto pois eleitoral e das manifestações, que levaram a paralisação e vandalização de seiscentas e duas empresas (602) empresas que originaram a perda de emprego denove mil e setecentos e cinquenta (9750) trabalhadores”.
Ainda na mesma intervenção, Rodrigues Júlio, afirmou que há falta de assistência médica e medicamentosa e apela as entidades responsáveis a continuarem a criar políticas que possam incentivar outros projetos sociaispara o desenvolvimento.
“Ainda prevalecem a falta de assistência médica e medicamentosa, onde os funcionários descontam e não se beneficiam. Apelamos que continuem a criar políticas que incentivem projetos de desenvolvimento social e económico oque vai permitir o aumento da produção e produtividade que o país mais precisa neste momento”.
Por: ÂNGELA TAUABO


























